Categoria: Raciocínio lógico


O problema das moedas antigas – raciocínio lógico

Em certo país muito antigo, havia moedas de 3 tipos: o penny, o xelim e a moeda de ouro, equivalente a 30 xelins.

Um guerreiro pagou por um lote de cavalos a quantia de 984 pence (plural de penny), entregando ao vendedor 2 moedas de ouro mais 22 xelins.

Qual é o número de moedas de penny que equivalem a 1 xelim?

ATENÇÃO: resposta comentada no final da imagem.

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Distribuindo candidatos em salas

A questão de hoje utiliza a proporcionalidade.

Proporcionalidade é um assunto recorrente em concursos e vestibulares.

No ENEM, sempre aparecem questões envolvendo esse assunto.

Neste post e neste outro, falo a respeito da diferença entre fração e razão e o que significa proporção. Vale muito a pena conferir!

Quanto a questão de hoje, confira a resposta comentada, que se encontra no final da imagem.

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Confira a resposta no link –> RESPOSTA COMENTADA

Após problema de lógica viral, BBC propõe novo enigma

Após o sucesso de um problema de lógica de uma escola secundária de Cingapura que se tornou viral na internet, um programa de rádio da BBC apresentou aos seus leitores seu próprio “enigma”.

A questão, veiculada nesta manhã no programa Today, é divertida, mas mais simples que o enigma compartilhado por milhares ao redor do mundo após aparecer no perfil de uma rede social do professor Kenneth Kong.

Vamos ao problema:

Eram três prisioneiros; um deles, cego.

Eles podiam obter sua liberdade se resolvessem o seguinte problema:

O carcereiro trouxe cinco chapéus: três brancos e dois vermelhos. No escuro, ele colocou um chapéu na cabeça de cada prisioneiro.

Os prisioneiros foram então levados para um lugar iluminado onde, com exceção do cego, podiam ver de que cor eram os chapéus dos outros – mas não a cor do seu próprio chapéu.

O jogo consistia em que pelo menos um prisioneiro adivinhasse a cor do acessório que ele próprio usava.

O carcereiro perguntou a um dos homens com visão normal se ele sabia, e o prisioneiro respondeu que não.

O outro homem com visão normal disse que não sabia.

Já o homem cego, na sua vez, adivinhou corretamente a cor do chapéu que estava usando – libertando a si mesmo e aos companheiros de prisão.

Qual era a cor do chapéu do cego – e como ele adivinhou?

Resposta:

O prisioneiro cego usava um chapéu da cor branca. Entenda o motivo:

Há sete possíveis combinações de chapéus:

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As três primeiras combinações, no entanto, contém a chave do enigma. Vamos analisá-las, considerando que o prisioneiro cego ouviu o que os outros presos tinham a dizer e deduziu o seguinte:

  • Se o prisioneiro 1 tivesse visto os outros dois usando chapéus vermelhos, saberia que estava usando um branco. Mas ele não soube dizer qual era a cor do seu. Portanto, a primeira combinação está eliminada.
  • Da mesma forma, o prisioneiro 2 também não conseguiu responder qual a cor do seu chapéu, que ficaria evidente se os outros dois fossem vermelhos. Assim, eliminamos a segunda combinação.

Para analisar a terceira opção, há que se considerar que antes de dar sua resposta, o prisioneiro 2 ouviu a resposta do prisioneiro 1.

Portanto, se o cego estivesse usando um chapéu vermelho – como na terceira combinação – o prisioneiro 2 teria que estar usando um branco, para que o prisioneiro 1 ficasse confuso.

Se a terceira combinação fosse a correta, ficaria fácil para o prisioneiro 2: vendo o cego usando vermelho e o prisioneiro 1 usando branco – e sabendo que o prisioneiro 1 não conseguia responder –, ele deduziria estar, também, usando um chapéu branco.

Mesmo assim, o prisioneiro 2 também não conseguiu responder, o que comprova que a terceira combinação também não é possível.

A partir daí, todas as possíveis combinações contam com o prisioneiro cego usando um chapéu branco. Tendo ouvido as respostas dos outros dois, o prisioneiro cego foi capaz de deduzir que o seu acessório só poderia ser este.

Fonte: www.bbc.co.uk/portuguese/noticias

O detetive e a senha

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Um detetive foi trabalhar disfarçado em uma operação secreta, contra o tráfico de entorpecentes.

Seu alvo se encontrava em uma casa, vigiada por traficantes, onde o único modo de entrar era dizendo uma senha.

O detetive resolveu espreitar a porta principal.

Certo momento, um homem apareceu no vão da porta e disse “vinte e quatro”. O homem que estava fora da casa disse “doze” e entrou.

Logo depois, outro sujeito chegou e ouviu-se “catorze” . Ele respondeu “sete” e entrou.

Então, outro apareceu, ouviu-se “oito”. Ele respondeu “quatro” e entrou.

O detetive convencido já saber a senha, foi tentar entrar. O homem, então, disse “quatro” e ele respondeu “dois” e imediatamente foi morto.

Qual seria a resposta que o detetive tinha que ter dado?

Solução:

O detetive raciocinou que a senha era a metade do número dito pelo traficante. Na verdade, ele teria que esperar mais um pouco, até se certificar que a sua hipótese era válida.

A senha era o número de letras da palavra dita pelo traficante.

“vinte e quatro” –> 12

“catorze” –> 7

“oito” –> 4

“quatro” –> 6

Logo, o detetive deveria ter dito ” seis”.